
Complexo Petrolífero Offshore
Áreas do navio-plataforma FPSO
Sobre o autor
João Trindade Tavares Cruz

30 anos de experiência offshore, sendo 5 (cinco) anos na área de operação de equipamentos e 25 anos segurança industrial offshore.
Em 1985, ingressou na Refinaria Duque de Caxias – REDUC, RJ, Brasil, através de concurso externo da Petrobras. Ficou (1) um ano como operador de equipamentos, na condição de bolsista e estagiário.
Em 1986, ele foi efetivado e transferido para base de Imbetiba, cidade de Macaé, RJ, Brasil. Embarcou na unidade de Pampo 1 (PPM-1), plataforma fixa de produção de óleo e gás. Trabalhou por 5 anos como operador de utilidades I na área de sistema não elétrica.
Em 1990, participou de outro concurso externo e interno para sete (7) vagas para Técnico de Segurança do Trabalho. Recém-formado nesta área, se inscreveu. Passou em quarto lugar dentre mais de 50 candidatos.
Em 1991, foi transferido para o setor de segurança industrial, na mesma base de imbetiba de Macaé, na função de Técnico de Segurança Offshore. Trabalhou, durante 7 (sete) anos, em todas as plataformas fixas e em algumas plataformas tipo semissubmersível (SS), localizadas na área da Bacia de Campos, RJ, Brasil.
Em 1999, embarcou pela primeira vez em um navio-plataforma. Uma embarcação tipo FSO, chamada de Petrobras 47 (P-47). Nessa época esta plataforma não tinha uma planta de processo sobre seu convés principal, porque a sua função era de armazenador/estocagem de petróleo em forma de “Óleo Tratado”, pronto para ser transferido para o navio aliviador (NT–navio tanque). O óleo era proveniente da plataforma de produção de petróleo, tipo semissubmersível (SS). A P-36, que no início de 15 de março de 2001, às 0h22min, ocorreu uma primeira explosão. Uma fatalidade. No dia 20 de março de 2001, às 11h41min, a P-36 submergiu completamente e afundou em seguida. (extraído do Relatório da Comissão de Investigação ANP/DPC-julho/2001 – Análise do acidente com a plataforma P-36.) Depois disso, ela ficou em torno de 2 anos aguardando o seu destino.
Em 2003, iniciou uma reforma com obras de adaptação para conversão de FSO em um FPSO. Foi construído uma planta de processo sobre seu convés principal. Foi incluído, também, novas áreas de utilidades/facilidades, montagem de tanque de carga de separação, e outras modificações necessárias. Após entrar em operação, a FPSO P-47 passou a receber petróleo em forma de “Óleo Não Tratado” proveniente de quatro (4) plataformas da Petrobras, tipos Semissubmersíveis (SS). 10 anos embarcado nela, incluído durante a obra. Depois ficou um tempo no FPSO P-32 e depois embarque eventual outras FPSO, tais P-31, P-35, P-37 e P-63.
Embarcou e residiu também em embarcações diferentes, tipo FLOTEL (UMS - Unidade de Manutenção e Segurança de Plataformas). Um hotel flutuante que acomodava mais de 300 trabalhadores. O objetivo era a realização de manutenção, reparo, construção e montagem, enfim, uma obra offshore na unidade que ela estava acoplada. Além de outras atribuições básicas, no FLOTEL, a sua função principal era exclusiva para assessoramento de Permissão para Trabalho – PT. Assessorava na liberação de serviços de alto potencial de riscos. Eram espalhadas várias frentes de trabalhos em todas as áreas da plataforma em manutenção.
Durante os 25 anos como Técnico de Segurança Offshore, conviveu no atendimento de aeronaves no heliponto das embarcações/plataformas marítimas, que embarcou.
anos de experiência offshore, sendo 5 (cinco) anos na área de operação de equipamentos e 25 anos segurança industrial offshore.
Em 1985, ingressou na Refinaria Duque de Caxias – REDUC, RJ, Brasil, através de concurso externo da Petrobras. Ficou (1) um ano como operador de equipamentos, na condição de bolsista e estagiário.
Em 1986, ele foi efetivado e transferido para base de Imbetiba, cidade de Macaé, RJ, Brasil. Embarcou na unidade de Pampo 1 (PPM-1), plataforma fixa de produção de óleo e gás. Trabalhou por 5 anos como operador de utilidades I na área de sistema não elétrica.
Em 1990, participou de outro concurso externo e interno para sete (7) vagas para Técnico de Segurança do Trabalho. Recém-formado nesta área, se inscreveu. Passou em quarto lugar dentre mais de 50 candidatos.
Em 1991, foi transferido para o setor de segurança industrial, na mesma base de imbetiba de Macaé, na função de Técnico de Segurança Offshore. Trabalhou, durante 7 (sete) anos, em todas as plataformas fixas e em algumas plataformas tipo semissubmersível (SS), localizadas na área da Bacia de Campos, RJ, Brasil.
Em 1999, embarcou pela primeira vez em um navio-plataforma. Uma embarcação tipo FSO, chamada de Petrobras 47 (P-47). Nessa época esta plataforma não tinha uma planta de processo sobre seu convés principal, porque a sua função era de armazenador/estocagem de petróleo em forma de “Óleo Tratado”, pronto para ser transferido para o navio aliviador (NT–navio tanque). O óleo era proveniente da plataforma de produção de petróleo, tipo semissubmersível (SS). A P-36, que no início de 15 de março de 2001, às 0h22min, ocorreu uma primeira explosão. Uma fatalidade. No dia 20 de março de 2001, às 11h41min, a P-36 submergiu completamente e afundou em seguida. (extraído do Relatório da Comissão de Investigação ANP/DPC-julho/2001 – Análise do acidente com a plataforma P-36.) Depois disso, ela ficou em torno de 2 anos aguardando o seu destino.
Em 2003, iniciou uma reforma com obras de adaptação para conversão de FSO em um FPSO. Foi construído uma planta de processo sobre seu convés principal. Foi incluído, também, novas áreas de utilidades/facilidades, montagem de tanque de carga de separação, e outras modificações necessárias. Após entrar em operação, a FPSO P-47 passou a receber petróleo em forma de “Óleo Não Tratado” proveniente de quatro (4) plataformas da Petrobras, tipos Semissubmersíveis (SS). 10 anos embarcado nela, incluído durante a obra. Depois ficou um tempo no FPSO P-32 e depois embarque eventual outras FPSO, tais P-31, P-35, P-37 e P-63.
Embarcou e residiu também em embarcações diferentes, tipo FLOTEL (UMS - Unidade de Manutenção e Segurança de Plataformas). Um hotel flutuante que acomodava mais de 300 trabalhadores. O objetivo era a realização de manutenção, reparo, construção e montagem, enfim, uma obra offshore na unidade que ela estava acoplada. Além de outras atribuições básicas, no FLOTEL, a sua função principal era exclusiva para assessoramento de Permissão para Trabalho – PT. Assessorava na liberação de serviços de alto potencial de riscos. Eram espalhadas várias frentes de trabalhos em todas as áreas da plataforma em manutenção.
Durante os 25 anos como Técnico de Segurança Offshore, conviveu no atendimento de aeronaves no heliponto das embarcações/plataformas marítimas, que embarcou.
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